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Arquitetura: as catedrais do vinho em Espanha

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 TAGS:Nos últimos anos, o mundo do vinho cresceu vertiginosamente, convertendo-se num setor jovem e dinâmico que desperta o interesse de outros mercados. As adegas reinventam-se e englobam uma grande quantidade de atividades e serviços de forma a serem visitadas e a ser conhececida a sua história e vida.

Por essa razão, agora são edifícios espetaculares, de vanguarda, onde o design e a arquitetura foram cuidadosamente tratados e passam a denominar-se as catedrais do vinho. Os artesãos são importantes arquitetos, responsáveis pela volta de 90º que as adegas sofreram e pela sua modernização, sempre a gosto da sabedoria do proprietário.

As adegas mais impressionantes em Espanha:

Herederos del Marqués de Riscal

Começamos por pela histórica adega Marquês de Riscal, considerada como a cidade do vinho e portanto merecedora de um edifício de alto luxo. Desenhado pelo arquiteto Frank Gehry, em pedra, aço inoxidável e titânio, de cores e materiais resistentes, recorda, em excesso, o Museu Guggenheim de Bilbau, realizado pelo mesmo arquiteto.

Bodega Cepa 21

Esta adega do Grupo Emilio Moro, apresenta um poderoso edifício funcional, mas sobretudo surpreendente. Desenhada pelos arquitetos Alberto Sáinz de Aja del Moral e José Manuel Barrio Eguiluz, conta com 6.400 m2 e distribui-se em três andares.

Bodegas Protos

Em Valladolid, as instalações desta adega de longa tradição, converteram-se numa obra de arte total. Um projeto realizado pela mão de Richard Rogers, conhecido pelos seus edifícios futuristas. É por essa razão que a adega é austera e funcional, longe de adornos e artifícios, onde predomina claramente o vidro, a madeira e o betão polido. São eles próprios quem defendem que o objetivo do novo espaço é o de ?ganhar em qualidade, uma verdadeira obsessão do Protos, que há já anos que desenvolve ambiciosos programas de I+D+i?.

Bodega Irius

Minimalista. Assim poderíamos definir as adegas Irius, na Denominação de Origem Somontano, onde se destaca este edifício que não passa desapercebido na zona. É uma obra do arquiteto Jesús Marino Pascual, que deu prioridade à sustentabilidade, já que falamos de um edifício bioclimático, com uma economização de energia na ordem dos 70%. 

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