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Arrefecer vinhos: quais e como

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 TAGS:undefinedTodos os amantes do vinho sabemos que cada variedade possui uma temperatura ideal, que alguns vinhos devem ser bebidos a temperatura ambiente e que, muitas vezes, a experiência de uma prova pode ser totalmente estragada se o vinho está demasiado frio ou demasiado quente.

A maioria dos vinhos novos brancos e rosés, os espumantes e os vinhos doces melhoram muito quando são servidos frios. Ao contrário, os vinhos encorpados perdem uma grande parte dos seus aromas e sabores se se encontram a uma temperatura baixa.
Ainda que já se saiba que os tintos não devem servir-se frios, isto não significa que o vinho deva estar quente, já que, por vezes, aquilo a que chamamos “temperatura ambiente” está muito longe de ser a temperatura correcta do vinho.
Claro que este problema desaparece se dispomos de uma adega com uma boa temperatura de conservação, mas nem todos têm essa sorte e acabam por beber tinto mais quente do que seria aconselhável, como por exemplo no Verão ou numa casa com elevado aquecimento.
O recurso da maioria, é, pois, o frigorífico. Basta comprovar a temperatura de vez em quando, com um termómetro para garrafas de vinho. No caso dos tintos de reserva, o ideal é estarem num lugar fresco e bem arejado durante o tempo necessário para alcançar pelo menos 20ºC, se não for possível, deixe o vinho no frigorífico entre 10 e 15 minutos.
A baixa temperatura de uma garrafa também pode ser um bom aliado quando se pretende disfarçar um vinho menos bom, algo que, aliás, fazem muitos bares e restaurantes; arrefecer demasiado os vinhos que consideram piores.

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Herdade da Gambia Branco 2014

 

 

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