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O auge da cerveja sem glúten

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 TAGS:undefinedO sector cervejeiro está a viver uma revolução a nível mundial. No entanto, até há pouco tempo, quem tinha intolerância ao glúten não podia saborear uma boa cerveja. Actualmente, as cervejeiras, impulsadas pela produção de cervejas artesanais, preocupam-se em reunir pedidos e sugestões que lhes permitam oferecer cervejas aptas para celíacos.

A cevada é o cereal utilizado com mais frequência na indústria cervejeira, ainda que o trigo também esteja bastante presente. Os cereais possuem um composto proteico chamado gliadina, o responsável pela intolerância ao glúten. No entanto, tal como existe cerveja sem álcool, também é possível elaborar cerveja sem glúten.

Há uma variedade de opções cada vez maior: cerveja sem glúten, cerveja sem álcool e glúten e cerveja artesanal sem glúten.

Existem 2 tipos de cerveja sem glúten:

  • Cervejas elaboradas com grão livre de glúten como o trigo sarraceno, sorgo, mijo e a quinoa.
  • Cervejas elaboradas com grão com glúten, como a cevada o trigo, cujo produto final, através de um processo enzimático, contem uma quantidade de glúten abaixo de 20 ppm, o valor necessário para ser considerado um produto sem glúten.

Em relação ao processo, este inicia-se na maltagem; onde o grão da futura cerveja é germinado antes de tostar e posteriormente lhe são adicionados os ingredientes que permitem transformar o mosto em cerveja. Todo o processo passa por várias fases, nas quais determinadas enzimas se encarregam de separar as proteínas do glúten da cerveja final.

Felizmente, as referências do mercado não faltam: Cervezas Ambar, com a Ambar Celíacos recebeu a certificação europeia ELS, que em Espanha é concedida pela Federación de Asociaciones de Celíacos (FACE), convertendo-se na primeira e única cerveja sem glúten do mercado espanhol com esta referência. Ambar Green, é também a primeira cerveja do mundo sem álcool para celíacos. E há mais! A Estrella Damm, que comercializa a cerveja Daura, a inglesa St. Peter´s ou as belgas Daas e Brunehaut.

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