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O que bebem os portugueses no Verão?

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 TAGS:undefinedPara além dos litros e litros de água que os portugueses consomem no Verão, as suas preferências, em relação ao álcool mudam inevitavelmente quando a temperatura sobe.

As conclusões, fruto de um inquérito num dia quente, são estas: 

Condição sine qua non: Seja o que for deve estar estupidamente gelado.

A rainha é a cerveja, sem a menor dúvida (a começar pela minha Voll-Damm, que está a ?fazer tempo? no congelador : )

A cerveja, sobretudo a branca (já que a saudosa Cristal preta desapareceu), seja ela de barril, lata ou garrafa, fino ou imperial, caneca, príncipe, lambreta (no Sul), melro (no Norte) ou panaché, o importante é que esteja bem fria e com os habituais dedos de espuma (ainda que a tiragem de uma cerveja seja digna de um artigo inteirinho).

Nesta hierarquia segue-se a bebida ibérica, a Sangria, que já possui ?denominação de origem? pois, desde 2014, só pode chamar-se assim se for produzida em Portugal ou Espanha. De vinho tinto ou branco, as variações podem chegar praticamente ao infinito; com licor, brandy, vinho do Porto, ou sem, frutos vermelhos, tropicais ou citrinos, espumante ou água com gás, com cravinho, canela, tomilho ou hortelã mas sempre, sempre, a transbordar de gelo.

Também os vinhos brancos, os verdes, os rosés e os espumantes, todos bem frios evidentemente, regam as refeições e as noites quentes dos portugueses. De Norte a Sul, todos estão de acordo na solução fácil e fresca do Lambrusco, depois, quanto aos verdes e brancos, a discrepância dispara-se. No Sul inclinam-se para o rosé de Moscatel Roxo, um luxo de leveza e sabores, apesar de não recusarem um verde, Casal Garcia, um Alvarinho Deu la deu (Monção) ou Soalheiro (Melgaço).
No Norte há quase sempre uma garrafa de Muralhas de Monção ou de Alvarinho da Brejoeira (Palácio da Brejoeira) para matar a sede das noites mornas, enquanto no Sul agradece-se um Dona Ermelinda branco, da casta moscatel, um Solar dos Lobos, branco ou tinto, um Vinha da Defesa rosé ou ainda o Alcubíssimo, um colheita tardia da Quinta do Alcube.

Mas não é só vinho aquilo que enche os copos das noites portuguesas de Verão. As caipirinhas, caipiroskas e mojitos a transbordar de gelo e lima são bem apreciadas e os produtos nacionais sofrem pequenas e deliciosas alterações, como o Moscatel com gelo e limão e o Porto tónico, branco seco com meia rodela de limão.
E segundo este inquérito o Gin voltou aos bares e com força e criatividade renovadas. O número de receitas com esta bebida branca multiplica-se até ser quase impossível não cair na tentação de trair o velho, e sempre magnífico, gin tónico. Os ingredientes das combinações são visualmente atraentes e despertam a curiosidade. Com pepino, alecrim, sementes, pimenta rosa, tomate cherry, mangericão e anis estrelado, bagas de zimbro, açafrão, lima, pétalas de rosa ou frutos vermelhos num ponto os consumidores de Gin portugueses estão de acordo; que seja Bombay Saphire, Hendrick`s ou Gin Mare.

Duas sugestões para horas tardias e sobretudo quentes:

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Moscatel Roxo Horácio Simões 50cl

 

 

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