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O Porto em copos de vinho

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Não é fácil escolher apenas um. Beber um bom vinho servido num ambiente proporcional pode chegar a ser uma escolha verdadeiramente complicada para os visitantes mais indecisos, já que a Cidade do Porto e o seu centro histórico Património da Humanidade, tem fama de ser um enorme e único bar, constituído por várias “salas” de diferente tamanho e ambiente.

Mas os “tripeiros” têm as suas preferências; a opção das tradicionais Caves do Vinho do Porto, no outro lado do Rio Douro, em Vila Nova de Gaia e com os olhos no Porto, é sempre bem-vinda, seja para tomar um cálice de Porto ou um copo de algum dos grandes vinhos do Douro.

A cidade não ficou presa aos rabelos carregados de pipas de vinho, a oferta da hotelaria especializada em vinho cresceu e diversificou-se de modo a satisfazer todo o tipo de gostos.

Este é o caso da Champanheria da Baixa no Largo de Mompilher, um bar despretensioso e bem apetrechado, onde se pode partilhar uma garrafa de cava, champanhe ou espumante, reservar uma festa privada ou simplesmente beber uma flute acompanhada de petisco ou ainda (e muito aconselhável) provar um champanhe amorangado servido em copo de balão e pé alto.

Numa das ruas mais bonitas do Porto, a Rua das Flores, encontra-se a Mercearia das Flores, um espaço de bom gosto, produtos portugueses, biológicos e de alta qualidade, cerveja artesanal e vinho do Porto a copo.

Em outra rua, a dos Caldeireiros, fica o Folias de Baco, criada por um enólogo viticultor, esta acolhedora Casa de Tapas possui uma excelente selecção de vinhos de produção própria. Os vinhos Olho no pé, permitem-nos opções tão diferentes como um Pinot Noir reserva, um Moscatel Galego Branco ou um reserva, branco ou tinto de vinhas velhas a regar enchidos e queijos da Região do Douro e de Trás-os-montes.
Entre a espetada de tâmaras com carnes fumadas, o bolo de carne de Favaios ou as “Lambarices” de requeijão com compota caseira (figo, uvada, abóbora com noz ou mel), o menu não esquece os vegetarianos e provoca verdadeiramente água na boca, mas nada que não se resolva com um copo de vinho.

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No Douro wine flights, à laia de vinoteca com cozinha de autor e mesmo em frente ao rio, no Cais da Estiva, é possível partilhar uma garrafa Premium com amigos, provar um espumante da Murganheira ou saborear um Dona Berta Rabigato vinhas velhas, do Douro no mesmo local onde se mandou construir a primeira alfandega do Porto no séc. XVI.

Mais distante do centro histórico do Porto, em Matosinhos, fica o Wine o' clock, um espaço sofisticado que inclui garrafeira e zona de prova de vinhos – Let's drink - serviço de aconselhamento ao cliente e organização de cursos/ workshops relacionados com o mundo do vinho.

O Porto é uma porta aberta ao mundo dos vinhos, por isso hoje recomendámos apenas Douros, 2 brancos e dois tintos:

 TAGS:Vinha Grande 2010Vinha Grande 2010

Sogrape Vinhos elabora este Vinha Grande 2010 (9,95€), um vinhos tinto com D.O. Douro realizado com tinta Roriz e touriga Nacional da colheita 2010.

 

 

 TAGS:Crasto 2012Crasto 2012

Crasto 2012, um vinhos tinto com D.O. Douro das adegas Quinta do Crasto com um coupage a base de tinta Roriz e touriga Nacional de 2012 e 13.5º de grau alcoólico.

 

 

 TAGS:Redoma Branco 2012Redoma Branco 2012

Redoma Branco 2012, Niepoort é o produtor deste Redoma Branco 2012, um vinhos branco com D.O. Douro com um coupage a base de donzelinho e viosinho de 2012 e 13.5º de teor de álcool.

 

 

 TAGS:Quinta da Romaneira branco 2013Quinta da Romaneira branco 2013

Quinta da Romaneira branco 2013, um vinhos branco com D.O. Douro de 2013 e com uma teor de álcool de 12.5º. 

 

 

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