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Vinhos do Distrito de Lisboa

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 TAGS:O Distrito de Lisboa, é zona histórica de vinhos no panorama nacional, mas como história também significa tempo, muito mudou desde a época em que se produziam os vinhos brancos de Bucelas (Região demarcada desde 1911 e hoje em dia também DOC) que abasteceram a corte inglesa.

Quem já provou os tintos encorpados de Colares, onde se encontram as vinhas velhas mais antigas do país, sabe que se encontra frente a uma pérola de produção limitada. Depois de várias décadas no esquecimento, actualmente a Adega cooperativa de Colares reuniu esforços e dinamizou a produção. São vinhos de 4 anos de estágio obrigatório, de cor aberta e com cerca de 12,5% de teor alcoólico. As castas principais são a Ramisco, nos tintos, e a Malvasia, nos brancos.

Os vinhos de Carcavelos, a mais pequena zona vinícola portuguesa, são licorosos, com excelente envelhecimento, de cor topázio e com aroma de amêndoas.
Apesar das castas brancas continuarem a ser as tradicionais; arinto, galego dourado e bual, as condições climáticas e edafológicas mudaram muito, o que inevitavelmente significa um vinho diferente mas também um maravilhoso aperitivo (fresco!!) ou digestivo temperado por ventos marinhos.

Na Arruda dos Vinhos (?Rota dos Vinhos?), são produzidos alguns dos melhores da Região, a manter a qualidade há mais de 50 anos. São várias as castas utilizadas nesta zona, com predominância de Camarate, Periquita, Preto Martinho e Tinta Miúda nos tintos e Seara Nova e Rabo de ovelha nos brancos.
Os vinhos tintos são robustos, de cor vermelho granada e os brancos são leves, de cor palha ou citrina.

Em Alenquer, zona de extensas vinhas, abundantes Adegas Cooperativas e Quintas produtoras produzem-se vinhos de qualidade proporcional. Os tintos, de casta Touriga Nacional, possuem elevado teor de álcool, são equilibrados e brilhantes quando jovens e com bouquet complexo, os de estágio. Os brancos, produzidos com a casta Arinto, são aromáticos e de sabor persistente. Além das castas tradicionais portuguesas, a zona de Alenquer também cultiva Cabernet Sauvignon e Syrah com excelentes resultados.

No centro do Distrito de Lisboa, além da Arruda e de Alenquer, encontra-se as zonas de Torres Vedras, Óbidos e Lourinhã, em comum têm a modernização das vinhas nos últimos anos. Os vinhos frutados e aromáticos de Torres Vedras e as aguardentes envelhecidas da Lourinhã, enriquecem a variedade da zona, em que a cereja do bolo é a ginjinha de Óbidos, um licor perfumado, vermelho bordeaux, em que algumas variedades são aromatizadas com baunilha ou canela.

Por último, a Norte do Distrito, a zona de Encostas de Aire, onde também se procedeu a renovação, em que se inclui a plantação das castas tintas Baga e Castelão (Periquita).
Nos brancos a variedade é enorme e dela constam desde espécies internacionais como a Chardonnay e a Cabernet Sauvignon às tradicionais Malvasia e Trincadeira. Os tintos são leves e os brancos de aroma e sabor frutado.

Dada a dificuldade de escolha : ) hoje as nossas recomendações são várias:

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Periquita Branco 2011

 

 

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Domingos Soares Franco 208 Castas 2010

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