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Vinhos do Ribatejo

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 TAGS:O Ribatejo é famoso pela sua generosa produção vinícola, a extensão plana dos terrenos e o clima ameno, permitem abastecer o mercado interno, tal como em outra época, as colónias africanas. 

A fertilidade dos solos é bastante diferenciada e fortemente influenciada pela presença do Rio Tejo, enquanto que a zona de aluviões (Lezíria) junto ao rio (muitas vezes alagada nos Invernos mais duros) é bastante fértil, os terrenos mais interiores, sobretudo na margem direita do rio, a Norte, são pobres e argilosos (Bairro). Da margem esquerda até ao Alentejo, zona de montado (Charneca) podem encontrar-se vinhedos plantados junto a cereais nas melhores áreas.

Desde os anos 80, as vinhas ribatejanas sofreram restruturações, assim como as adegas, agora com cubas de inox, a substituir os tonéis e depósitos de cimento, sistemas de refrigeração e uso de barris de carvalho no envelhecimento.
A própria legislação de produção de vinhos regionais não é severa, permite inclusive, a utilização de castas não admitidas na Denominação de Origem o que deixa um amplo espaço experimental aos produtores e como consequência, maior facilidade em criar novos vinhos.

As castas tradicionais tintas do Ribatejo são a Períquita (Castelão Francês), Trincadeira Preta e Castelão Nacional. As castas brancas são encabeçadas pela Fernão Pires, acompanhada pela Trincadeira das Pratas, Arinto e Rabo-de-Ovelha. A restruturação dos vinhedos permitiu a introdução de castas internacionais como a Chardonnay, Sauvignon Blanc, Cabernet Sauvignon, Pinot Noir, Merlot e Syrah que superaram enormemente as expectativas sobre estes vinhos novos.

De modo geral, as zonas que compõem o Ribatejo: Cartacho, Santarém, Almeirim, Tomar, Chamusca e Coruche produzem um vinho de elevado teor alcoólico devido ao aquecimento das uvas pela reflexão do sol nas areias brancas.
Os brancos são frutados e de aromas florais, os tintos possuem taninos suaves e são aromáticos.

Sobre recomendações ribatejanas, deixámos um vinho branco e um vinho tinto, o primeiro produzido com a tradicional Fernão Pires, o segundo nascido do casamento entre Touriga Nacional e Syrah.

 TAGS:Falua Duas Castas 2011Falua Duas Castas 2011

Falua Duas Castas 2011

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